14 de Dezembro de 2006 - «O Natal da AICIA»
Maio 11, 2008
É verdade. Existem pessoas especiais, que conseguem criar ambientes especiais. Há afectos, há sorrisos, há uma caminhada diária no sentido da superação, todos os dias. Há, ainda, muita gente que se dedica a tudo isto. Aos sorrisos, aos afectos, ao apoio a esta caminhada diária. Esta terá sido, provavelmente, a primeira vez que me dei conta disto neste local, e a quadra natalícia também ajudou a que estivéssemos mais despertos para estes sentimentos, mas veio ao de cima a verdade de que o Natal deve ser quando um homem quiser, e que o deveria querer, neste
caso, mais vezes. Em cada sala visitada, houve muitos sorrisos, cumprimentos, palavras amigas. Há gente de várias idades, cada um especial ao seu modo, mas todos estendem um largo e longo abraço a todos quantos por ali passam. E é bom, muito bom, ver
esta gente feliz. Depois disto, havemos de voltar mais vezes. Vale a pena lutar por um mundo mais social, quando cada um de nós é, cada vez mais, quase doentiamente
individualista. A toda esta gente, a admiração e o reconhecimento devidos. Esta é, sem dúvida, uma casa especial, onde todos são especiais. No melhor dos sentidos. E de cada vez que ali volto, mais forte é o sentimento de que Arouca deve reconhecer esta gente, e que cada arouquense não deve, não pode dizer que não conhece esta casa por dentro.



Inicialmente, havia algum receio… Era a primeira vez que tinha de lidar com um autor. Ainda por cima, no lançamento de um livro. Conhecemo-nos, falámos, almoçámos, e após vários almoços e cerca de dez mensagens de correio electrónico, os preparativos para o lançamento estavam feitos. Passei a conhecer uma pessoa de uma cultura geral invejável, e, refira-se, de uma sensibilidade musical rara. Falámos imenso, e, atrevo-me a dizer, ficámos amigos. O Arq. Fernando Brito, que s