30 de Outubro de 2006 - «Carta Educativa de Arouca»
Segunda-feira, Junho 4th, 2007

Este foi o culminar de um processo que uma das pessoas mais trabalhadoras e determinadas que conheço tornou real, com imenso mérito. Ao contrário das habitualmente artilhadas equipas de Educação das Câmaras Municipais, em Arouca as coisas foram feitas de forma diferente. Com os pés assentes no chão e as mãos na massa. Depois das habituais discussões políticas, que muito frequentemente não resolvem absolutamente nada, a Carta Educativa do Concelho de Arouca foi aprovada e homologada pelo Ministério da Educação. Estivemos, assim, na linha da frente, no que diz respeito a este processo. A simbologia utilizada é muito ligada às rotas, aos rumos, à rosa-dos-ventos. Não está terminada, não é um fim. É um princípio, um mapa a ser utilizado por vários técnicos e políticos. Para mim, esta Carta tem um rosto, que, propositadamente, continua como verdadeira formiguinha na gestão da Educação em Arouca. A 30 de Outubro, um dos seus objectivos, palavra que está muito na moda, foi cumprido. Mas a formiguinha continua diariamente a trabalhar para que as coisas continuem a funcionar. Assim outros com responsabilidade na continuação da construção da Carta Educativa possam também, pelo menos uma vez, ser formiguinhas. A 30 de Outubro, em Vila do Conde, à margem das manifestações estudantis (que abriram os noticiários, em vez das Cartas Educativas homologadas) e de algum aparato jornalístico, foi apenas dado o primeiro passo.
Este foi o culminar de um processo que uma das pessoas mais trabalhadoras e determinadas que conheço tornou real, com imenso mérito. Ao contrário das habitualmente artilhadas equipas de Educação das Câmaras Municipais, em Arouca as coisas foram feitas de forma diferente. Com os pés assentes no chão e as mãos na massa. Depois das habituais discussões políticas, que muito frequentemente não resolvem absolutamente nada, a Carta Educativa do Concelho de Arouca foi aprovada e homologada pelo Ministério da Educação. Estivemos, assim, na linha da frente, no que diz respeito a este processo. A simbologia utilizada é muito ligada às rotas, aos rumos, à rosa-dos-ventos. Não está terminada, não é um fim. É um princípio, um mapa a ser utilizado por vários técnicos e políticos. Para mim, esta Carta tem um rosto, que, propositadamente, continua como verdadeira formiguinha na gestão da Educação em Arouca. A 30 de Outubro, um dos seus objectivos, palavra que está muito na moda, foi cumprido. Mas a formiguinha continua diariamente a trabalhar para que as coisas continuem a funcionar. Assim outros com responsabilidade na continuação da construção da Carta Educativa possam também, pelo menos uma vez, ser formiguinhas. A 30 de Outubro, em Vila do Conde, à margem das manifestações estudantis (que abriram os noticiários, em vez das Cartas Educativas homologadas) e de algum aparato jornalístico, foi apenas dado o primeiro passo.