11 de Novembro de 2006 - «As Doze Portas das Gerações de Arouca»
Sexta-feira, Outubro 26th, 2007
Inicialmente, havia algum receio… Era a primeira vez que tinha de lidar com um autor. Ainda por cima, no lançamento de um livro. Conhecemo-nos, falámos, almoçámos, e após vários almoços e cerca de dez mensagens de correio electrónico, os preparativos para o lançamento estavam feitos. Passei a conhecer uma pessoa de uma cultura geral invejável, e, refira-se, de uma sensibilidade musical rara. Falámos imenso, e, atrevo-me a dizer, ficámos amigos. O Arq. Fernando Brito, que s
empre pediu encarecidamente para lhe retirarmos o título, não tem qualquer ‘tique’ de escritor, investigador, professor ou mesmo de arquitecto. No livro, apenas quis que constasse o seu nome completo, o trabalho que fez e a contribuição que deu à história do concelho com este livro. E, diga-se, esta última não foi pequena. O dia escolhido foi o dia de S. Martinho, com magusto e tudo, no final. Sempre sob o signo dos castanheiros, que albergavam os homens de lugares inteiros, símbolos de antiguidade, resistência, firmeza, como se se tratasse da sabedoria dos mais velhos. Como os Guardiães das Doze Portas das Gerações de Arouca. Fernando (permita-me que o trate assim), bem-haja pela sua disponibilidade, sabedoria, humildade e, acima de tudo, por este contributo.
Inicialmente, havia algum receio… Era a primeira vez que tinha de lidar com um autor. Ainda por cima, no lançamento de um livro. Conhecemo-nos, falámos, almoçámos, e após vários almoços e cerca de dez mensagens de correio electrónico, os preparativos para o lançamento estavam feitos. Passei a conhecer uma pessoa de uma cultura geral invejável, e, refira-se, de uma sensibilidade musical rara. Falámos imenso, e, atrevo-me a dizer, ficámos amigos. O Arq. Fernando Brito, que sempre pediu encarecidamente para lhe retirarmos o título, não tem qualquer ‘tique’ de escritor, investigador, professor ou mesmo de arquitecto. No livro, apenas quis que constasse o seu nome completo, o trabalho que fez e a contribuição que deu à história do concelho com este livro. E, diga-se, esta última não foi pequena. O dia escolhido foi o dia de S. Martinho, com magusto e tudo, no final. Sempre sob o signo dos castanheiros, que albergavam os homens de lugares inteiros, símbolos de antiguidade, resistência, firmeza, como se se tratasse da sabedoria dos mais velhos. Como os Guardiães das Doze Portas das Gerações de Arouca. Fernando (permita-me que o trate assim), bem-haja pela sua disponibilidade, sabedoria, humildade e, acima de tudo, por este contributo.