25 de Novembro de 2006 - «Joel Xavier: uma noite de um virtuosismo sublime»
Segunda-feira, Novembro 19th, 2007

«Em 1992 aparecia, timidamente, num programa da Sic, apresentado por Carlos Mendes e Fernando Tordo («Falas tu ou falo eu»), um “miúdo” de 18 anos que tocava guitarra. Após uma breve conversa em que revelava ser estudante de Engenharia e em que o seu pai, Luís Xavier, dizia ainda não ter a certeza se o “miúdo” podia ou não ser músico “a sério”, Joel Xavier surpreendeu toda a gente com a sua música.
Desde então, Richard Galliano, Larry Coryell, Toots Thielemans, Arturo Sandoval e outros nomes sonantes renderam-se ao seu talento e não lhe regateiam elogios. Em 2004, é Ron Carter, lenda do contrabaixo Jazz, que afirma nunca ter tido uma experiência musical tão rica como a de ter gravado «In New York» com o guitarrista português.
«In New York» é o mais recente trabalho de Joel Xavier, composto por nove temas, plenos tanto de simplicidade sonora como de riqueza musical, e foi este disco que o guitarrista veio apresentar a Arouca, num concerto absolutamente fantástico, no Cinema Globo d’Ouro, a 25 de Novembro.
Acom
panhado ao contrabaixo por Gustavo Roriz, um músico de elevado profissionalismo, que soube transmitir a alegria e a sensibilidade que a música lhe ia pedindo, Joel Xavier inundou a sala com o seu virtuosismo, com a beleza dos seus temas, com o toque de intimidade que a sua música contém. O público respondeu da melhor forma possível, estabelecendo-se, desde o primeiro segundo, uma empatia rara.
No final, Joel brindou o público com dois temas a solo, terminando o concerto em grande. De referir o excelente trabalho de som e luz feito pela Aroucassom.
Não será pretensioso dizer-se que o dia 25 de Novembro ficará na memória como um dos melhores concertos realizados em Arouca.»
No final do concerto, pudemos jantar, calma e tardiamente, no fabuloso restaurante do Hotel Rural Quinta de Novais, onde o Joel, o «Guga» e o restante “staff” ficaram alojados. Bebemos dois bons vinhos e conversámos longamente. Curiosamente, já não estava ali um ídolo, mas um rapaz animado e conversador… E a foto do Gustavo com cara de prazer ante a sua salada espelham o resto.
«Em 1992 aparecia, timidamente, num programa da Sic, apresentado por Carlos Mendes e Fernando Tordo («Falas tu ou falo eu»), um “miúdo” de 18 anos que tocava guitarra. Após uma breve conversa em que revelava ser estudante de Engenharia e em que o seu pai, Luís Xavier, dizia ainda não ter a certeza se o “miúdo” podia ou não ser músico “a sério”, Joel Xavier surpreendeu toda a gente com a sua música.
Desde então, Richard Galliano, Larry Coryell, Toots Thielemans, Arturo Sandoval e outros nomes sonantes renderam-se ao seu talento e não lhe regateiam elogios. Em 2004, é Ron Carter, lenda do contrabaixo Jazz, que afirma nunca ter tido uma experiência musical tão rica como a de ter gravado «In New York» com o guitarrista português.
«In New York» é o mais recente trabalho de Joel Xavier, composto por nove temas, plenos tanto de simplicidade sonora como de riqueza musical, e foi este disco que o guitarrista veio apresentar a Arouca, num concerto absolutamente fantástico, no Cinema Globo d’Ouro, a 25 de Novembro.
Acompanhado ao contrabaixo por Gustavo Roriz, um músico de elevado profissionalismo, que soube transmitir a alegria e a sensibilidade que a música lhe ia pedindo, Joel Xavier inundou a sala com o seu virtuosismo, com a beleza dos seus temas, com o toque de intimidade que a sua música contém. O público respondeu da melhor forma possível, estabelecendo-se, desde o primeiro segundo, uma empatia rara.
No final, Joel brindou o público com dois temas a solo, terminando o concerto em grande. De referir o excelente trabalho de som e luz feito pela Aroucassom.
Não será pretensioso dizer-se que o dia 25 de Novembro ficará na memória como um dos melhores concertos realizados em Arouca.»
No final do concerto, pudemos jantar, calma e tardiamente, no fabuloso restaurante do Hotel Rural Quinta de Novais, onde o Joel, o «Guga» e o restante “staff” ficaram alojados. Bebemos dois bons vinhos e conversámos longamente. Curiosamente, já não estava ali um ídolo, mas um rapaz animado e conversador… E a foto do Gustavo com cara de prazer ante a sua salada espelham o resto.