Archive for Fevereiro, 2008

12 de Dezembro de 2006 - «O Natal das crianças»

h1 Segunda-feira, Fevereiro 25th, 2008

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Natal_Escolas_027_1.jpgAo mesmo tempo que tentava provar que em Deus não existe o caos, iam chegando à vila grupos de meninos Natal_Escolas_024_1.jpgdas escolas do primeiro ciclo, vindos de todas as freguesias do concelho. O espírito natalício respirava-se já a plenos pulmões, o que se reflectia numa certa acalmia, quase nostálgica, nos pequenos sorrisos que por ali saltavam. Houve tempo para fotografias, presentes, lanche e, durante algum tempo, observar. Observar que, apesar do tempo, ainda há crianças que brincam sem ser com computadores e consolas de jogos, que ainda há Natal.

Natal_Escolas_020_1.jpgÉ nestas alturas que questionamos o futuro e tentamos recuperar a esperança. É este o tempo de o fazer. Passado todo este tempo, não foi tempo perdido o que se investiu a tentar provar que em Deus não há caos. Nada está determinado, à partida. Antes se sucedem as coisas, que nos despertam sentimentos e nos impelem a optar. Hoje, é interessante ver que houve prendas bem interessantes, que apenas foram dadas depois. Mas tão valiosas como se fossem prendas de Natal. Para a vida. Afinal, em Deus não há mesmo caos. Consegui provar.

29 de Novembro de 2006 - «Escariz e Alvarenga já ‘navegam’»

h1 Quarta-feira, Fevereiro 6th, 2008

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Com o espaço de reflexão confinado a um gabinete, muitas vezes não temos noção da vastidão do nosso concelho. Como é Internet_006_1.jpgInternet_010_1.jpglógico, essa dispersão dificulta uma intervenção pragmática para resolução dos problemas, especialmente daqueles que vivem nos extremos do concelho. O dia 29 de Novembro teve o carácter simbólico de nos levar a esses extremos para, apesar da sinuosidade das estradas, levarmos aí a auto-estrada da informação. Alvarenga e Escariz passaram a ter espaço internet, com condições de acesso e apoio de técnicos especializados.

Internet_027_1.jpgIndependendemente da pertinência do investimento ou da funcionalidade dos espaços, a alegria dos mais e menos novos, em frente àqueles computadores, foi a melhor síntese do dia.
Recordo, com especial ternura, a primeira viagem exploratória de navegação do Mestre Fernando Mendes, em Alvarenga, provando que na Rede não há barreiras de idade e que, apesar da sua humildade, também aí a sua arte e o seu mérito têm espaço.

Esta é a função de quem decide: criar as condições e colocá-las ao dispor dos que delas queiram usufruir. A partir daqui, há um «mar virtual» à vossa disposição. Bem-vindos.