Quando a música é muito boa, não é preciso ter ouvido treinado para senti-la. Aliás, parte da magia da música reside precisamente aí, no facto de transcender largamente o que se ouve. Uma das peças que vale a pena ouvir com ouvidos de ouvir é a «Messe Solennelle», de Louis Vierne, para dois órgãos e coro. Aqui apresentada de um ponto de vista diferente, a partir do órgão de Daniel Roth. E, de resto, é melhor não dizer mais nada, e apenas «ouver».
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.
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