A música é conhecida de um anúncio antigo de máquinas de escrever. E foi, precisamente, esse o instrumento solista que Leroy Anderson escolheu para a sua peça «The typewriter». O que se pretende provar é que a música não tem, necessariamente, de ser uma coisa séria, hermética, formal. Pode (e deve) ser motivo de libertação e diversão. De humor. E quando funciona, é muito mais interessante e eficaz do que uma grande obra, tocada minimamente como deve ser, ouvida sem enquadramento, e apenas pelo formalismo de ter de ser.
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.
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