A Feira das Colheitas é, todos os anos, objecto de uma relação de quase amor/ódio. Amor, porque há uma ligação genética à “invenção” da festa. Porque há uma identificação histórica. Porque é genético ser-se de Arouca e viver intensamente a Feira das Colheitas. Ódio talvez seja muito forte, mas algo parecido, porque são dias de intenso trabalho, em que temos de estar preparados para qualquer eventualidade, para que a festa corra como tem de correr: sempre melhor que no ano anterior. No meio de tudo isto, foi possível produzir alguns instantâneos, que aqui ficam como recordação dos dias da mais importante festa do concelho de Arouca.
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.












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