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19 de Fevereiro de 2012 – Lisboa deve o triplo de Porto e Gaia

Provavelmente, são notícias como esta que fazem com que os senhores que planeiam a política nos gabinetes da República esqueçam que a realidade vai além da «fronteira de Alverca» e daquela pequena «ilha» a Norte, a que se chama Porto. Segundo se lê no «Jornal de...

18 de Fevereiro de 2012 – «Schhh»

Às vezes é melhor não dizeres nada, e dizeres tudo, dizeres-te nesse não dizer nada. As palavras são, por vezes, inimigas do pensar, porque te põem letras onde tinhas a tua imagem das coisas. Não digas nada. Sê-te a ti mesmo em cada momento. O silêncio ensina-nos a...

17 de Fevereiro de 2012 – A mão nas palavras

Às vezes, as palavras surgem-me na cabeça em torrentes, ávidas de serem pronunciadas, letra a letra, sílaba a sílaba, antes de serem alinhadas, umas após as outras, como se fossem música, a dizerem o que eu quero, mas, sobretudo, o que elas querem dizer. Outras vezes,...

15 de Fevereiro de 2012 – Ser e parecer

«À mulher de César não basta ser séria. Tem de parecê-lo». É uma frase que quase toda a gente conhece, e usa com frequência. Pois bem, para se ser o «homem da casa» também não basta parecê-lo. É preciso sê-lo, de vez em quando. Assim, hoje, depois de um dia de...

13 de Fevereiro de 2012 – O dia da Rádio

Pela primeira vez, hoje é Dia Mundial da Rádio. A iniciativa é da UNESCO, e serve para reflectir sobre o papel que este meio de comunicação desempenhou, desempenha e poderá desempenhar na nossa vida de todos os dias. A Rádio esteve presente na guerra colonial, como...

12 de Fevereiro de 2012 – Fernando Pessoa, Plural como o Universo

«Fernando Pessoa, Plural como o Universo» é o título de uma exposição que o jornal «Expresso» se encarregou de me incentivar a ver, talvez aproveitando a curta estadia em Lisboa, em trabalho, em breve. A Fundação Gulbenkian promete-nos um espaço cheio de palavras, em...

10 de Fevereiro de 2012 – Baltazar Garzon: Condenou-se o justo?

De repente, a justiça, essa entidade alegadamente cega e independente, imparcial e ponderada, condenou um dos seus. Baltazar Garzón, que conseguiu condenar Augusto Pinochet, e que sempre foi um símbolo da justiça, não poderá voltar a ser juiz durante mais 11 anos...