Select Page

10 de Janeiro de 2012 – Porque a música acontece

Com enorme profissionalismo, disponibilidade e generosidade, a Orquestra Filarmonia das Beiras colaborou, hoje, connosco, para o CD do Orfeão de Arouca. Com arranjos do meu grande amigo José Joaquim Ribeiro e meus, foi um exercício de absoluto deslumbre, ver os nossos...

9 de Janeiro de 2012 – Tudo preparado

Está tudo a postos para as gravações com a Orquestra Filarmonia das Beiras, que vão decorrer amanhã de manhã, no auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro, para o CD do Orfeão de Arouca. A aventura chega, assim, ao ponto mais alto. No princípio, talvez ninguém...

8 de Janeiro de 2012 – «?»

Ele não sabia o que sentia. Não cabia no corpo. Havia uma espécie de dor. Fina. Aguda. Inexplicável. Uma dor com a forma de um ponto de interrogação. Ele não sabia porquê. Talvez pelo imenso silêncio dentro de si. Vazio. Sem nada. O corpo como espaço de eco, apenas....

7 de Janeiro de 2012 – Janeiras pelas ruas da vila

Hoje tentou reverter-se a ausência de cantadores de Janeiras pelas ruas da vila. Cinco grupos de cantadores foram percorrendo as ruas com as suas melodias, animando instituições, casas e estabelecimentos comerciais. Aquecemos a noite com as melodias antigas....

6 de Janeiro de 2012 – «Arouca a cantar as Janeiras»

Toda a música que possa produzir no Orfeão de Arouca tem o tamanho de dois abraços. Um, à Nádia Oliveira. Outro, ao professor Ramiro Fernandes. Nos dois casos, pela mesma razão: porque são, cada um a seu modo, os «culpados» por poder ser eu a conduzir os sons. E...

5 de Janeiro de 2012 – Janeiras na Rádio Regional de Arouca

É tempo de cantar as Janeiras. É tempo, portanto, de o Orfeão de Arouca reavivar, mais uma vez, a tradição. Hoje, já não vemos, como há não muitos anos, os grupos a povoarem as noites frias do início de Janeiro com os tradicionais cantos populares das Janeiras. As...

4 de Janeiro de 2012 – Pensar, Escrever

Pensamos, a maioria das vezes, como uma espécie de obsessão pela verdade. Pensamos, outras vezes, para dar excessiva razão aos outros. Pensamos como uma forma de vermos bem onde pomos os pés ao caminhar. Pensamos, e fechamo-nos numa gaiola de razão, quando a vida está...

2 de Janeiro de 2012 – Concerto de Ano Novo

Com a voragem contra o «acordês», nem me lembrei que, desta vez, gostei um bocadinho mais do Concerto de Ano Novo de Viena. A ideia de ter, todos os anos, uma das melhores orquestras sinfónicas do mundo, em directo do «Musikverein», limitada a um programa de valsas e...

1 de Janeiro de 2012 – Aqui, eu não vou escrever em «acordês»

Pensei, e decidi. Não vou escrever em «acordês», neste espaço. Tenho o direito de não concordar com o estropiamento da minha língua. Tenho o direito de ser contra um (des)acordo negociado na obscuridade dos gabinetes ditos políticos. Tenho o direito de não querer...