Select Page

7 de Abril de 2011 – Forma e conteúdo

Em cerca de trinta segundos, podemos ficar, facilmente, a perceber que para Sócrates as coisas não dependem do conteúdo, mas da forma. Não importa que tenha de dar uma má notícia (já esperada) a Portugal. Era importante dá-la da forma mais dramática possível. Isto,...

5 de Abril de 2011 – Esquecemos a Islândia

Nos tempos mais recentes, o primeiro fenómeno de bancarrota de um país veio de paragens pouco familiares. Aí, não pairava o fantasma do FMI, nem a Alemanha se levantou a favor nem contra. Esse país foi a Islândia, que, silenciosamente, deu ao mundo uma enorme lição de...

4 de Abril de 2011 – Uma história de um país

O general de um exército, depois de conquistar uma determinada região, resolveu que precisava de manter um cabo vigiado. A zona costeira poderia ser facilmente invadida, e, se colocasse lá um soldado, veria o invasor à distância, e poderia reagir convenientemente. Com...

3 de Abril de 2011 – Assim, não

Em breve, este símbolo deixará de estar nas camisolas do Benfica, e passará a fazer parte o equipamento oficial do FC Porto. O futebol é assim mesmo, ganhar, perder, e saber estar nas duas situações. José Mourinho, um dos homens que menos gosta de perder, disse numa...

2 de Abril de 2011 – As derrapagens das obras públicas

O programa «Linha da Frente», da RTP, mostrou, recentemente, uma reportagem sobre as derrapagens das obras públicas. Mostrou alguns exemplos grandes, mas estes podem, facilmente, ser replicados em ponto mais pequeno, e, assim, percebermos para onde vai tanto dinheiro...

1 de Abril de 2011 – Um dia, talvez isto se torne verdade

José Sócrates mentiu, sobretudo ao povo de Arouca. Aproveitou-se, despudoradamente, descaradamente, repugnantemente da interioridade forçada de um município que sempre se manteve vertical, íntegro, honesto e cumpridor, coisa que não se pode dizer deste vendedor de...

30 de Março de 2011 – Nem tudo é mau, em terras lusas

Fiquei a conhecer, graças à partilha do meu estimado amigo Nobre Silvestre, o texto que Nicolau Santos escreveu para a revista «Up», da TAP. Quando olhamos para a frente e o quadro é negro, é mais complicado lembrarmo-nos de que o passado é rico e construtivo. É facto...