Numa altura em que estudo a música minimal, que aprecio, veio-me, literalmente, parar às mãos este «Clapping Music», de Steve Reich, um dos expoentes máximos do minimalismo. Aqui, o que é curioso, é como a repetição reiterada de padrões, a utilização do próprio corpo como instrumento (as palmas) e uma certa subversão da relação público/artista (quase transferindo e regulando o aplauso a partir de cima do palco) são pontos curiosos de uma obra que vale a pena ouvir.
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.
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