O filme tem cerca de quatro minutos, e é da autoria de Spike Jonze. Nele podemos ver como a arte, a performance podem elevar-se, quando libertas de complexos. Lil Buck é, aparentemente, um «break dancer», que aliou a sua performance à música erudita do violoncelista de renome mundial, Yo-Yo Ma. Nos tempos que vivemos, há que dar passos neste sentido, o da simplificação, da aproximação, do livre acesso à arte. Sem complexos, sem pruridos, sem medos, sem convenções inúteis. É isto, a cultura.
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.
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Muito Bom. Vou partilhar.