O fado está na moda. Que o digam Camané, Ana Moura, Mariza e outros. Do futebol, nem se fala, com duas equipas portuguesas na final da Liga Europa, com direito a troca de galhardetes entre Pinto da Costa e Laurentino Dias, e tudo. E, hoje, Fátima esteve em todas as televisões. Como ontem. Como sempre que é dia 13 de Maio. De uma forma ou outra, estamos sempre a regressar aos famosos três «F’s». Desta vez, Fátima teve um «sabor» diferente. Pelo excelente documentário, realizado por Manuel Arouca, sobre «Fátima no Mundo», que a RTP transmitiu. Mas, sobretudo, por podermos ouvir, pela primeira vez, o Hino do Centenário das Aparições, composto pelo meu amigo José Joaquim Ribeiro. Porque os três «F’s» não têm de ser, necessariamente, vistos como uma fatalidade ou algo de mau. O dia de ontem foi particularmente vivido em Fátima, e o jornal «Expresso» publicou um interessante vídeo, que «conta a história» do dia em 45 segundos. Vale a pena ver.
Pessoal e Transmissível
Plagiando o nome do programa de entrevistas de Carlos Vaz Marques na TSF, este blog tem tanto de absolutamente pessoal como de absolutamente transmissível. O título surgiu da lembrança de um anúncio televisivo a uma agenda - «A Minha Agenda» - que, na altura, toda a gente queria ter. O conteúdo surge de retalhos de informação, de observações, de restos de material da minha agenda, que fizeram (ou não) notícias. Neste caso, material que não foi directamente notícia, mas que talvez pudesse ter sido. De um ponto de vista totalmente pessoal, mas totalmente transmissível. Bem-vindo.
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