Select Page

27 de Março de 2015 – Requiem

Hoje apeteceu-me voltar a ouvir, com olhos de ver a partir de outro ponto de audição, o Requiem de Fauré. Não haverá coisa mais inexplicável do que a morte, apesar de ser uma das mais óbvias de todas. Tudo filtrado, parece que, afinal, a vida é fácil, não é simples. É...

25 de Março de 2015 – Silêncio…

Não consigo ter, hoje, senão um enorme silêncio. O silêncio que me impuseste. Feito de todas as músicas, possíveis e impossíveis, que fizemos e que não fizemos. O silêncio que prende as vozes, sela as bocas. O silêncio que nos deixa inertes. Que nos questiona como foi...

24 de Março de 2015 – Salut d’amour

Há coisas que não se conseguem dizer, porque não cabem numa palavra, nem numa frase, nem num texto, nem num livro. Há coisas que não se conseguem dizer, porque são demasiado grandes para conseguirmos decifrar o que são. Há coisas que não se conseguem dizer, porque são...

18 de Março de 2015 – Diz o meu nome…

Há dias em que parece que nenhuma das nossas palavras nos serve. Quando nos aparecem, avassaladoras, as de alguém que parece estar a dizer-nos exactamente o que queremos dizer. Foi assim hoje, com Mia Couto. «Diz o meu nome». É assim que começa o verdadeiro turbilhão...

17 de Março de 2015 – Jogador de ténis

Há determinados momentos em que nos sentimos como jogadores de ténis atacados. E os ataques vêm com tanta força e tão rapidamente, que só há tempo para reagir e acertar com a raquete na bola com a força possível. E os ataques continuam, e a reacção é a mesma. E não...