Arranca o mês de Fevereiro, cheio de livros para serem lidos. Vontade não falta. Não tenho preconceitos em relação a esse objecto fascinante que é o livro. Se é bom, lê-se. Se não é bom, deixa-se, até ver. Mas nunca sem ler primeiro. Fevereiro começa com a continuação...
Aprendi, depois que o fiz pela primeira vez, que viajar sozinho é uma dupla aventura. É a aventura de sairmos da nossa zona de conforto, para irmos ver um bocadinho do mundo lá fora. Mas é também a aventura de quase sairmos de dentro de nós mesmos, para nos...
Vou viajar. Amanhã. Por isso, hoje é aquele dia que quero que passe depressa. Quero sentir, o mais depressa possível, a deslocação no espaço acontecer. Contar o tempo que demora sair daqui para ali. Tenho pressa de concretizar o sonho. Por isso, quero que o dia passe...
Não é para ser lido de uma golfada, mas também não é um livro que se deixe apenas na cabeceira. “O hipopótamo de Deus” é uma colectânea de pequenos textos do padre José Tolentino de Mendonça. Textos muito ao estilo das suas suculentas crónicas na...
Lê-se hoje no “Público” que quando cantamos em coro a tendência é para haver uma harmonia nos batimentos cardíacos. À medida que a música se vai desenvolvendo, diz um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, as batidas cardíacas aumentam e diminuem...
Foi muito graças a este senhor que fui estudar guitarra clássica. Nunca conversei com ele. Nunca tive qualquer contacto que não fosse o de o ver tocar nos «Resistência». Mas foi o suficiente para me empurrar. Fredo Mergner era o guitarrista que conferia aquele toque...
http://www.youtube.com/watch?v=Ct4YJpzXhxM «For me, listening is the most important thing: to listen to each other, to listen to what people say, to listen to music» («Para mim, ouvir é a coisa mais importante: ouvirmo-nos uns aos outros, ouvir o que as pessoas dizem,...
Pacheco Pereira é mais um dos fervorosos “desapoiantes” do (des)acordo ortográfico, e isso fica bem explícito na sua crónica de ontem, no jornal “Público”. Como muito bem lembra, a decisão de aplicar esta verdadeira farsa foi política, e não...
Acontece todos os anos. Todos os anos é diferente. Este ano, talvez tenha sido o melhor. Há coisas que não podemos deixar morrer, e esta é uma delas. Podemos fazê-lo sem ter em conta uma enorme excelência musical, mas se o convívio entre quem tem este objectivo em...
De repente, chegámos a 2014. O tempo passou, como sempre mais rápido do que esperávamos, e damos por nós a olhar para trás, a pensar em como, num instante, vivemos tantas coisas. Passou o Natal, passou aquela «euforia momentânea» de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro,...
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